Mostrando postagens com marcador ARTE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ARTE. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Sala de Leitura e Arte motiva alunos



O projeto Sala de Leitura e Arte surgiu da ideia de se criar um espaço lúdico, destinado ao ensino motivador e como forma de extensão dos trabalhos desenvolvidos nas disciplinas de Literatura e Arte. O professor Antônio Carlos (Arte) e eu ( Língua Portuguesa),  temos por objetivos: despertar o prazer pela leitura, sedimentar o gosto pela pesquisa,  a formação do leitor e  a produção de textos. Além de criarmos por intermédio de um ambiente motivador e eficaz, atividades lúdicas incentivando a criatividade artística dos alunos do Ensino Fundamental e Médio.


Idealizamos o espaço contendo um pequeno acervo de livros, revistas e telas representativas de obras famosas, como também os trabalhos expostos feitos pelos alunos. Assim, criamos um ambiente diferenciado em que os alunos sentem-se motivados para qualquer atividade nas disciplinas de Arte, Literatura, Língua Inglesa, Educação Física com a dança. Outras disciplinas também utilizam esse espaço, quando desenvolvem atividades como: Seminários, Debates, palestras, leitura, pintura, sessão de filmes, audição de música, etc.


Os resultados que esperávamos estão sendo alcançados a partir dos seguintes indicadores:

_ Apoio da Direção e equipe pedagógica aos professores na organização do espaço de Leitura e Arte e aumento do uso da biblioteca do colégio.

_ Observa-se um aumento significativo da Leitura por prazer;

_ Os alunos passaram a solicitar aquisição de obras de seus autores preferidos ou coleções específicas;

_ Diversidade do repertório de histórias indicadas como suas favoritas;


_ Leitura a partir da observação das imagens em telas ou ilustrações de livros ou poesias.

_ Manuseio de revistas presentes neste espaço de leitura.

_ Articulação do texto com a imagem, apreciação das ilustrações, socialização de sentimentos e percepções a partir do texto;

_ Presença de leitores modelos dentro da sala de aula.

_ Aumento da circulação de livros e de materiais escritos na sala de aula, expostos de maneira acessível aos alunos;

_ Valorização da leitura de poesias e em memorizá-las;

_ Interesse em produzir peças teatrais a partir das obras literárias;

_ Interesse em conhecer e praticar a arte da dança clássica e moderna.

_ Observa-se, também, um grande prazer em estar neste espaço.

sábado, 17 de outubro de 2009

Oscar Niemeyer: Mestre da forma

Na década de 1950, o Brasil decidiu que seria uma ideia perfeitamente razoável mover a capital para o centro do planalto, interior do país. Para facilitar este esforço apreciável convocaram Oscar Niemeyer, defensor da arquitetura moderna ao lado de seu amigo Le Corbusier, que co-projetou o edifício da ONU em Nova York, para construir uma cidade no meio do Planalto.

Sua estética arquitetônica gira em torno de projetos e por simetria usando apenas a intuição.Em outros casos, ele começa uma ideia com um simples desenho em preto e branco (na verdade, seu escritório tem um arquivo considerável de esboços).

sábado, 17 de maio de 2008

Paul Gauguin: Nevermore


Gauguin era um homem de emoções profundas e estava procurando sempre por respostas a suas necessidades espirituais. Usou a pintura para resolver estas perguntas internas e procurou estabelecer um estilo que expressasse a emoção e o sentimento de uma maneira moderna. Nevermore é um trabalho chave, porque expressa inteiramente a finalidade e o estilo de suas pinturas e razões para ser um artista. O retrato é dominado pela nudez e prontamente identificado por uma menina Taitiana. Gauguin não estava interessado na realidade externa da pintura, sua prioridade era a visão interna. O retrato sugere a realidade e também, ao mesmo tempo, nega-a. O espaço do retrato é articulado mais por uma combinação dos painéis decorativos do que por uma ilusão do espaço tridimensional. As figuras e o pássaro no fundo poderiam ser reais, mas poderiam também ser figuras pintadas sobre a uma tela.
Esta ambigüidade é intencional para o alvo de Gauguin era encher o retrato com o mistério. O título desta tela faz alusão ao poema “O Corvo”, de Edgard Alan Poe, autor admirado e cultuado pelos simbolistas. No poema o narrador recebe a visita de um corvo, símbolo do mau agouro, que lhe repete insistentemente a frase “Nevermore” (“Nunca Mais”), como um prenúncio de sua desgraça. Na tela de Gaughin, a predominância do verde, as mulheres conversando e a presença do corvo (no alto, à esquerda), parecem insinuar o infortúnio da jovem no leito. Os olhos da menina estão abertos, mas não nos olha. Se qualquer coisa os olhos e a sua atenção parecer ser girada para as figuras e o pássaro no fundo. São, talvez, simplesmente elementos de sua imaginação? Não há nenhuma resposta e para fazer o contato verdadeiro com o retrato que nós necessitamos deixar o mundo do corte - e - realidade secada e entrar no mundo da metade sugerido, sonho ou realidade e para levar à sensualidade. A transição da realidade ao sonho é também uma linha central na história da vida de Gauguin. Abandonou a realidade da esposa, a família, ele mesmo até a arte, a pobreza e a doença. No Taiti viveu com uma menina taitiana e descreveu as mulheres como possuindo “algo misterioso e penetrante, movem-se com toda delicadeza e graça, desprendendo um cheiro que é uma mistura de odor animal e de gardênia”.
Fonte:

quarta-feira, 30 de abril de 2008

A ANGÚSTIA NA SUA FORMA MAIS DRAMÁTICA

O GRITO (Edvard Munch, 1893)

Munch afimava: “Não devemos pintar interiores com pessoas lendo e mulheres tricotando; devemos pintar pessoas que vivem, respiram, sentem,sofrem,e amam”.


Uma historiadora de arte identificou a paisagem que inspirou o pintor expressionista a fazer seu quadro mais famoso. Segundo Sue Pridaux, trata-se de Kristiania, a Oslo atual, vista do parque de Ekebert, em cujo asilo psiquiátrico a irmã mais nova de Munch, Laura, foi internada devido à esquizofrenia. O lugar também fica perto do matadouro da cidade, explica a especialista Pridaux, acha que os gritos dos animais no matadouro combinados com os dos loucos do asilo intensificaram a ansiedade do artista sobre seu próprio estado de saúde. Munch, que perdeu a mãe e a irmã mais velha na infância, sofreu com freqüentes depressões e crises de alcoolismo.O famoso quadro mostra uma linha diagonal, que, segundo se achava, representava uma ponte, mas Pridaux a identificou como sendo um muro de segurança que ainda existe na região.Much utilizou esse mesmo fundo em suas obras "Desespero" e "Ansiedade".


Depoimento de Munch:
"Estava na estrada com dois amigos e o sol se pôs. De repente, o céu ficou vermelho-sangue, e senti o frescor da tristeza... As nuvens sobre o fiorde gotejavam sangue", escreveu Munch. "Meus amigos", lembra o artista, "seguiram seu caminho, mas eu fiquei tremendo, com uma ferida aberta no peito... Ouvi como um grito extraordinário atravessava a natureza".

Munch descreveu esse texto para explicar a tela, tornando público o exato momento da apreensão de uma realidade, depois transformada em objeto de arte. As cores assustadoras vistas por Munch, freqüentes durante os crepúsculos de outono nos países nórdicos, foram atribuídas por astrônomos americanos em 2003 ao resultado de uma explosão vulcânica ocorrida na Indonésia em 1893.
ANGÚSTIA
Angústia é um romance publicado por Graciliano Ramos em 1936. Na época Graciliano estava preso pelo governo de Vargas e contou com ajuda de amigos, entre os quais José Lins do Rego, para a publicação.
Esta Velha Angústia , por Fernando Pessoa

Esta velha angústia,
Esta angústia que trago há séculos em mim,
Transbordou da vasilha,
Em lágrimas, em grandes imaginações,
Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,
Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.
Transbordou.
Mal sei como conduzir-me na vida
Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!
Se ao menos endoidecesse deveras!
Mas não: é este estar entre,
Este quase, Este poder ser que...,
Isto.

Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,
Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.
Estou doido a frio,
Estou lúcido e louco,
Estou alheio a tudo e igual a todos:
Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura
Porque não são sonhos.
Estou assim...
Pobre velha casa da minha infância
perdida!
Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!
Que é do teu menino?
Está maluco.
Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?
Está maluco.
Quem de quem fui?
Está maluco.
Hoje é quem eu sou.
Se ao menos eu tivesse uma religião
qualquer!
Por exemplo, por aquele manipanso
Que havia em casa, lá nessa, trazido de África.
Era feiíssimo, era grotesco,
Mas havia nele a divindade de tudo em que se crê.
Se eu pudesse crer num manipanso qualquer —
Júpiter, Jeová, a Humanidade —
Qualquer serviria,
Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo?
Estala,
coração de vidro pintado
Proposta de atividade:
Um Trabalho excelente para ser feito em sala de aula :
Música O Fourtuna - Carmina Burana

sábado, 19 de abril de 2008

Grafite: A arte de Rua em Portugal

Vi este vídeo no Blog do meu amigo“Ao Sabor do Olhar” achei-o excepcional.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

MULHERES NO CINEMA

Mary Pickford, Lillian Gish, Gloria Swanson, Marlene Dietrich, Norma Shearer, Ruth Chatterton, Jean Harlow, Katharine Hepburn, Carole Lombard, Bette Davis, Greta Garbo, Barbara Stanwyck, Vivien Leigh, Greer Garson, Hedy Lamarr, Rita Hayworth, Gene Tierney, Olivia de Havilland, Ingrid Bergman, Joan Crawford, Ginger Rogers, Loretta Young, Deborah Kerr, Judy Garland, Anne Baxter, Lauren Bacall, Susan Hayward, Ava Gardner, Marilyn Monroe, Grace Kelly, Lana Turner, Elizabeth Taylor, Kim Novak, Audrey Hepburn, Dorothy Dandridge, Shirley MacLaine, Natalie Wood, Rita Moreno, Janet Leigh, Brigitte Bardot, Sophia Loren, Ann Margret, Julie Andrews, Raquel Welch, Tuesday Weld, Jane Fonda, Julie Christie, Faye Dunaway, Catherine Deneuve, Jacqueline Bisset, Candice Bergen, Isabella Rossellini, Diane Keaton, Goldie Hawn, Meryl Streep, Susan Sarandon, Jessica Lange, Michelle Pfeiffer, Sigourney Weaver, Kathleen Turner, Holly Hunter, Jodie Foster, Angela Bassett, Demi Moore, Sharon Stone, Meg Ryan, Julia Roberts, Salma Hayek, Sandra Bullock, Julianne Moore, Diane Lane, Nicole Kidman, Catherine Zeta-Jones, Angelina Jolie, Charlize Theron, Reese Witherspoon, Halle Berry
Music: Bach's Prelude from Suite for Solo Cello No. 1 in G Major, BWV 1007 performed by Yo-Yo Ma

domingo, 27 de janeiro de 2008

PABLO PICASSO


" A arte é uma mentira que nos faz compreender a verdade."

( Pablo picasso)