






Esse blog é um espaço para compartilhar música,imagens pesquisa, cinema, leituras com aqueles que se interessam por essas questões. É também um espaço de lazer e diversão.









2-Grinch
3-Férias Frustradas de Natal
4-Um conto de Natal
5-Um Natal Muito, Muito Louco
6-Um Herói De Brinquedo
7-Meu Papai é Noel

10-O Natal Mágico do Mickey
5-Trecho do filme " Um Dia de Cão" (Dog Day Afternoon), Com Al PAcino e John Cazalle
A Citação Attica, refere-se ao massacre de presos e reféns pela Polícia em uma rebelião no presídio de Attica, em 1971 em Nova York, onde foram mortas 39 pessoas, sendo 10 reféns.(Nem chegando perto do carandiru, ao qual morreram mais de 100 pessoas).
6-Embalos de Sábado à Noite
7- Apocalypse Now : Ataque dos helicópteros ao som das Valquírias de Wagner.
8-Blade Runner: Parte Final
9- INDIANA JONES E OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA, de Steven Spielberg: o tesouro encontrado.
Se o perigo na cena parece muito grande, você não viu nada: as gravações do filme foram ainda mais perigosas. Além de ter se machucado um monte de vezes, Harrison Ford ficou cara-a-cara com uma cobra extremamente venenosa que, acredite se quiser, espirrou veneno no ator! O intérprete de Indy foi salvo por uma providencial lente de óculos.
Da obra de Júlia Lopes de Almeida o que eu mais gosto é este conto. A temática da gratidão filial e da maternidade seria o centro da narrativa. Ao apresentar a personagem, no início do conto, descrevendo-a como um ser feio e repulsivo – a exemplo do Quasímodo, personagem de O Corcundade Notre Dame, de Victor Hugo, que também apresenta o “Grotesco e o Sublime”, tendo por base um personagem representativo do hibridismo: a besta de alma humana –, Júlia Lopes de Almeida vai desconstruindo a monstruosidade física da personagem pela sua alma pura, honesta, submissa e dedicada. Até aqui, uma narrativa tipicamente romântica, nos moldes de Victor Hugo. Mas a narrativa não termina aí. A sublimidade da mãe imperfeita não se perde em aceitar a ingratidão do filho. É a sua ação final que explica a importância descritiva e inicial: suas mãos magras e ossudas, do começo do conto, estragadas pelo reumatismo e pelo trabalho, são capazes, no final, de erguerem-se altivas, apontando ao filho, com energia, a porta da rua; a resignação de quem nada fala, no início do conto, ao final, revela-se contrariamente, pois a caolha toma fôlego para as verdadeiras e amargas palavras. A atitude da mãe, então, se faz jus a uma missão de educadora, revela, também, a proposta de Júlia Lopes de Almeida, advogando à mulher um papel mais eficiente e participativo na educação dos filhos. Aquela mulher disforme, do início do conto, revela-se como aquela que, realmente, consegue “ver”. Físico e psíquico; exterior e interior; aparência e essência compõem as oposições semânticas que vão sendo construídas e entrelaçadas ao longo da narrativa. Concomitantemente, o retrato da mãe é composto fisicamente, o retrato do filho é desvelado ao leitor, através de suas ações.

